"(...) os indivíduos constroem Reinos de fantasia absolutamente reais - paradoxalmente, todos “verdadeiros”, embora simultânea e mutuamente exclusivos. Minha bolha-fantástica de realidade existe lado a lado com as deles, sem que se rompam em fragmentos distanciados. Vivemos e circulamos juntos no mundo da experiência concreta, harmoniosamente, motivados e impelidos por nossas próprias fantasias de realidade."
"Caro Doutor: Sinto-me muito doente. Há um ponto em meu estômago que lateja e incomoda. Repentinamente os rituais simples do dia empacam feito cavalo teimoso. Torna-se impossível fitar as pessoas nos olhos. (...) Conversas banais são desesperadoras.
(...)
Tão irônico: incorporo o eu poético de personagens que cometem suicídio, adultério, ou são assassinados, e acredito plenamente neles, por algum tempo. O que dizem é a Verdade."
"Sinto-me deprimida pela exposição a tantas vidas, muitas delas excitantes, novidades em meu espectro de experiências. Passo pelas pessoas, esbarrando nelas superficialmente, e isso me incomoda. Preciso admirá-las para gostar de verdade delas, profundamente."
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